Nunca Mais Seremos os Mesmos", esta
epopéia que resume toda a sua mitologia pessoal como poeta e
que nos descortina aquilo em que consiste a herança dos que
nascem nos Pampas. Trata-se de um poema de raiz e que, como tal,
mergulha fundo e viscoso na alma de quem o lê.
Ivan Junqueira
Presidente da Academia Brasileira de Letras.
Rio, 17 de Abril de 2005.
Sua Trilogia da Casa de
Deus é forte, é um verdadeiro "Canto General" de
Pablo Neruda, cheio de generosa amizade. A Poesia sopra com a
força mítica de Orfeu. Um Orfeu dos Pampas.
Affonso Romano de Sant'Anna
Rio, 2002
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Luiz de Miranda,
ápice da Poesia Brasileira. ANDANÇA, no qual
encontrei poemas que muito me agradam. Miranda é o grande
poeta épico que transforma o eu pessoal em coletivo, a voz
individual na voz de um povo. Dá prosseguimento ao que fez
Rubén Darío, seguido por Gabriela Mistral e Pablo
Neruda, é uma voz única na América
Latina. Luiz de Miranda é o grande poeta do Pampa, no mesmo lirismo épico de José Hernández, num tom mais alto que o próprio Martím Fierro. Gerardo Mello Mourão. Rio, 2005 De fato, analisando com vagar e atenção os livro até hoje publicados de Luiz de Miranda, sem qualquer dúvida é possível afirmar que se trata de um dos grande poetas brasileiros de todos os tempos, dando segmento às grandes produções no idioma português, de Camões a Fernando Pessoa, passando por Antero de Quental e Carlos Drummond de Andrade. José Édil de Lima Alves. Porto Alegre, 2005. Como já disse, tua Poesia é única, funciona como um "organum", como os neo-helênicos de Alexandria(vide Kavafis). Chegas com "Nuca Mais Seremos os Mesmos" ao topo mágico dos grandes poetas. És uma das mais poderosas poéticas do mundo atual. Pena que eu ande adoentado e não possa escrever um ensaio sobre isto. Gerardo Mello Mourão. Rio, 2006. |








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